Um rato geneticamente criado sem sistema imunológico foi desenvolvido para produzir órgãos humanos internos ou externos tais como orelhas. A ausência de um sistema imune assegura que o rato não rejeitará o tecido humano.
Cientistas fazem um molde de um órgão humano, uma orelha, por exemplo, com tecidos biodegradáveis de poliéster ou outros polímeros e então transferem células dos órgãos que desejam e implantam o conjunto no rato. Após desenvolvido o órgão, é implantado no rato que dá um jeito de sobreviver depois que essa orelha é removida.
Da mesma forma, cientistas têm desenvolvido fígados, pele, cartilagem, ossos, ureteres, válvulas cardíacas, tendões, intestinos, vasos sanguíneos e tecidos para mamas com tais polímeros. No entanto, se a ideia de se inverter o procedimento (trocar homens pelos ratos) fosse contemplada, as pessoas iriam dizer que é blasfêmia. Não se pensa nos animais envolvidos e a extensão aonde chegarão estas experiências é incerta. Mudanças somente surgirão quando os cientistas reconhecerem o direito dos animais viverem suas vidas de forma saudável sem que os homens adulterem seus genes.
